Pênalti não é coisa que se perca; o pênalti é tão importante que quem deveria bater era o presidente do clube

O saudoso, polêmico e respeitado comentarista esportivo João Saldanha dizia que ” pênalti não é coisa que se perca, que o pênalti é tão importante que quem deveria bater era o presidente do clube”. O jogador Felipe Baixola, que exige que o chamemos de Felipe Silva, ou coisa que o valha, deu mostras, na vitória do Ceará sobre o Sport Recife, pela copa do nordeste, no Castelão, sem torcida, por causa de coronavírus, que não tem a manor capacidade de executar cobrança de pênalti. Veja bem, o tal Baixola só faz isso na vida, jogar futebol. Deve treinar bastante, inclusive cobranças de penaltis. Só que, na hora do jogo, na hora da cobrança prá valer, faz firulas, com paradinha e tudo e, nada…no de ontem, o goleiro do Sport, que não era o Manga, nem o Gatito Fernandes, era o Luan, de quem ninguém nunca ouvira falar, defendeu, sem maiores dificuldades. Um jogador profissional que perde um pênalti para o time da casa, estando o jogo empatado, jogando fora a oportunidade da virada sobre um grande rival da região nordeste do país, ou é extremamente irresponsável ou é cabeça de bagre. Um jogador profissional de futebol que coloca a bola a onze metros da linha do gol, cuja trave mede 2,44 metros de altura por 7,32 metros da largura, com um goleiro sob ela, efetua o tiro livre da cahmada marca da cal e desperdiça jogando nas mãos do goleiro, está muito longe de fazer jus ao salário que percebe todo mês, afora bichos e gratificações. Por essas e outras mais é que Pelé continua sendo o rei do futebol mundial e o Baixola não passa de Baixola…

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