Programa Dentro e Fora da Lei - ao vivo a partir das 9:45 da manhã,

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Um homem foi morto a tiros dentro da casa da namorada, no bairro Vila Nova, em Maranguape, na noite desta terça-feira (9). A vítima chegou à residência poucos minutos antes do crime acontecer.

Segundo a equipe da Polícia Militar (PM) que atendeu a ocorrência, Hamilton Lima de Sousa, 19 anos, chegou na casa da namorada por volta de 19h e, depois de aproximadamente 20 minutos, homens armados invadiram o local e mataram o rapaz.

Os suspeitos fugiram em duas motocicletas logo após o crime.

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A retirada de todos os radares fixos, popularmente conhecidos como pardais, das rodovias federais do Ceará (BRs), deve acontecer até o fim do mês de abril. A informação é do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit) no Estado. O órgão ressaltou que a remoção começou na semana passada.

Atualmente, as BRs do Estado contam com 71 radares fixos. Em conjunto com o Dnit, o Ministério da Infraestrutura suspendeu a implantação de novos aparelhos nas BRs não-concedidas à iniciativa privada.

"Em função de determinação presidencial, a instalação de novos sensores foi suspensa até a revisão e a atualização de critérios pelo Ministério da Infraestrutura, que serão baseados em estudos técnicos que já estão em andamento”, dizia o comunicado, publicado no dia 1º de abril.

Conforme a nota, os contratos decorrentes do edital custariam aproximadamente R$ 1,029 bilhão em cinco anos. O ministério considera como "prioritária" a redução do uso dos radares em locais onde "não são essenciais à segurança viária" e que existem a "possibilidade de utilização de outros mecanismos".

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Um desembargador aposentado do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), sete advogados e um traficante foram condenados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) por esquema de venda de habeas corpus, em caráter liminar, para presos em cárcere cearense. A sentença foi proferida na tarde desta segunda-feira (8).

Entre os condenados, estão o desembargador aposentado do TJCE Carlos Rodrigues Feitosa; seu filho, o advogado Fernando Carlos Oliveira Feitosa; os advogados Everton de Oliveira Barbosa, Fábio Rodrigues Coutinho, Sergio Aragão Quixadá Felício, João Paulo Bezerra Albuquerque, Marcos Paulo de Oliveira Sá, Michel Sampaio Coutinho; e o traficante Diego da Silva Araújo.

Os réus são acusados de participarem de um esquema de corrupção dentro do Tribunal de Justiça do Ceará, que vendia habeas corpus, em caráter liminar, para presos em cárcere no Estado durante os plantões judiciários. Um outro advogado também foi julgado, mas foi absolvido pelo STJ.

Carlos Rodrigues Feitosa recebeu pena de 13 anos, oito meses e 20 dias de prisão pelo crime. Seu filho, Fernando Carlos Oliveira Feitosa teve pena de19 anos, quatro meses e dois dias de reclusão. Ele é apontado como um dos responsáveis por articular a venda dos alvarás de soltura com os presos, durante os plantões judiciários do TJCE. As liminares chegavam a custar R$ 150 mil.

Os advogados Fábio Rodrigues Coutinho, Everton de Oliveira Barbosa, Sérgio Aragão Quixadá Felício, João Paulo Bezerra Albuquerque e Marcos Paulo de Oliveira Sá foram condenados às penas de cinco anos, cinco meses e dez dias de reclusão. O também advogado Michel Sampaio Coutinho foi condenado a seis anos, dois meses e 20 dias de reclusão. E o traficante Paulo Diego da Silva Araújo foi condenado à pena de quatro anos de reclusão.

Ainda de acordo com a decisão do Superior Tribunal de Justiça, Carlos Rodrigues Feitosa também perde o cargo de desembargador do Tribunal de Justiça e o advogado Mauro Júnior Rios foi absolvido.

A rede de corrupção no TJCE foi descoberta pela Operação Expresso 150, deflagrada em 2015 pela Polícia Federal. Outros magistrados do TJCE também são alvo de processos por suspeita de participação no esquema criminoso.

O desembargador Carlos Rodrigues Feitosa já tinha sido condenado a três anos, dez meses e 20 dias de reclusão, em regime semiaberto, em março deste ano pelo STJ.

Defesa vai recorrer

Ao Portal G1, a defesa do desembargador nega envolvimento de Carlos Feitosa no esquema. Afirma também que não há nenhuma prova de que ele negociou decisões. Os advogados informaram que vão recorrer da decisão.

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Em duelo de Leões, Fortaleza venceu o Vitória por 4 a 0, na Arena Castelão, com dois gols de Júnior Santos, um de Edinho e outro de Dodô. O resultado deu ao Tricolor do Pici a vaga na semifinal da Copa do Nordeste, onde terá o Santa Cruz/PE como adversário.

O jogo

Apoiado por sua torcida, que encheu o Castelão, o Fortaleza foi superior durante toda a primeira etapa do jogo e aproveitou para abrir vantagem no marcador.

Aos 26 minutos, Júnior Santos recebeu cruzamento de Osvaldo e mandou de cabeça para abrir o marcador. Fortaleza 1x0 Vitória

Continuando a pressionar, o camisa 9 da equipe cearense marcou novamente. De novo com Osvaldo, que deixou o marcador caído no chão na grande área, tocou para Júnior Santos. O atacante mandou de primeira para balançar as redes mais uma vez. Fortaleza 2x0 Vitória

Sentindo os gols e com poucas jogadas criadas, o Vitória não criou nenhuma jogada de perigo. Goleiro do Fortaleza, Marcelo Boeck não precisou fazer nenhuma defesa durante os primeiros 45 minutos de bola rolando.

De volta para a etapa final, a equipe visitante voltou melhor e chegou a criar oportunidades com Neto Baiano, mas nada que assustasse o time de Rogério Ceni.

Letal, o Fortaleza aproveitou o contra-ataque aos 38 minutos do segundo tempo para matar o jogo. O camisa 7 do Leão cearense, Edinho, levou a bola na velocidade pelo lado esquerdo, tocou na saída do goleiro João Gabriel e ampliou o marcador. Fortaleza 3x0 Vitória

Com um a mais em campo - Victor Ramos foi expulso por falta em Marcinho -, a equipe cearense continuou indo para cima em busca em aumentar o marcador. E não demorou muito. Aos 45 minutos, Dodô cobrou falta com perfeição para fazer o quarto gol da partida. Fortaleza 4x0 Vitória.

Com o resultado, o Tricolor garantiu sua vaga na semifinal da competição nordestina e irá ter o Santa Cruz/PE como adversário. O confronto será decidido em apenas uma partida. Local, data e horário do jogo ainda serão divulgados.

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Mais de 30 pessoas serão responsabilizadas pelos fatos que deram na tragédia de Milagres, no Cariri cearense. O caso, uma tentativa de assalto ao Bradesco e ao Banco do Brasil (BB) ocorrida na madrugada de 7 de dezembro do ano passado, terminou com 14 mortes - entre as vítimas, seis reféns. Gente inocente que teve o caminho interceptado por assaltantes e acabou sendo levada para a linha de tiro da polícia.

Por enquanto, nove assaltantes sobreviventes foram denunciados pelo de Grupo de Atuação de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do Ministério Público do Ceará (MPCE). Já estaria também na Vara de Delitos de Organizações Criminosas a denúncia do MPCE contra, pelo menos, quatro policiais que atiraram e teriam matado os oito bandidos e os seis reféns.

Promotores de Justiça negam que a denúncia esteja concluída, mas a perícia nas armas recolhidas dos policiais do Grupo de Ação Tática Especiais da (Gate) da PM atestariam que os tiros que mataram os reféns teriam partido de fuzis ou de pistolas usadas pelas forças de segurança do Ceará.

Os laudos da Perícia Forense do Ceará (Pefoce) informariam ainda que os projéteis das armas usadas pelos assaltantes - espingardas e revólveres - seriam incompatíveis com as balas deflagradas contra os seis inocentes.

A pedido de um delegado que investiga o caso, a Pefoce realizou exames periciais de "eficiência e comparação balística" com os projéteis retirado dos corpos das vítimas. Em um dos lotes, foram enviadas uma pistola PT 100, calibre 40, acompanhada de dois carregadores; uma pistola calibre 380 com um pente de munição e uma pistola israelense, calibre 9mm, sem carregador. As três armas foram recolhidas das mãos dos policiais.

Além dos atiradores do Gate, outros militares também serão responsabilizados. O POVO apurou que os coordenadores da ação desastrosa, que não deram a ordem para abortar a operação quando se percebeu a presença de reféns, serão processados. Um major e um coronel já teriam sido indiciados pelos delegados da Polícia Civil e serão denunciados pelos promotores do Gaeco. Mais de 12 PMs, do Gate e do Comando Tático Rural (Cotar), responderão por algum ato que contribuiu para a morte dos reféns.

Na individualização das condutas dos PMs, há militar que responderá por uma ou mais mortes de reféns e pela destruição das imagens das câmeras de segurança existentes no entorno do Bradesco e Banco do Brasil da cidade. Logo após o tiroteio há relatos de testemunhas sobre a abordagem de PMs que buscavam os registros captados durante a ação do Gate.

Os depoimentos se juntaram à perícia feita em equipamentos de monitoramentos de comércios localizados na área onde estão as agências bancárias. Em um ofício, um delegado pediu que o Núcleo de Perícia Criminal de Juazeiro do Norte analisasse um aparelho DVR do Supermercado Burundanga, empresa sediada vizinho ao Banco do Brasil.

O delegado também pediu perícia nas imagens geradas pelas câmeras externas existentes no prédio da Delegacia Municipal. O investigador solicitou que o Departamento de Informática da Polícia
Civil analisasse as imagens gravadas de zero hora às 4 horas da manhã do dia 7 de dezembro do ano passado. Data da matança.

Além dos PMs, autoridades civis de Milagres também teriam sido indiciadas no inquérito aberto na Delegacia de Brejo Santo para a apurar a tragédia. Personagens que teriam se omitido para evitar a operação desastrosa ou quem alterou a cena do crime.

Entre os crimes elencados no indiciamento estão homicídios dolosos, destruição de provas, execuções posteriores à matança dos reféns, falsidade ideológica, latrocínio e até ameaça contra testemunhas e a policiais que investigavam o caso.

Indiciamento por queima de arquivo
O POVO apurou que alguns policias militares também serão processados por suposta queima de arquivo no caso de Milagres. As investigações, baseadas nos depoimentos de testemunhas e na análise dos relatórios de GPS de algumas viaturas da PM, apontariam para eliminação de pelo menos dois assaltantes. Mesmo rendidos e desarmados, os dois criminosos foram executados.

No reconhecimento por fotografias, testemunhas confirmaram para investigadores da Polícia Civil que os criminosos Lucas Torquato Loiola Reis e Rivaldo Azevedo Santos eram os mesmos homens que se esconderam em uma casa na localidade de Sítio Campo Agrícola, em Milagres.

De acordo com testemunhas, por volta das 5h10min, do dia 7 de dezembro do ano passado, os dois aparecerem no sítio e, apreensivos, pediram para usar um telefone. Eles contaram para os moradores que teriam acabado de ser assaltados.

Em determinado momento, de acordo com os depoimentos, os dois homens correram em direção a uma casa ao avistarem a chegada de viaturas do Comando Tático Rural e da Delegacia de Milagres.

Ao chegar, os policiais entraram na casa onde os fugitivos se esconderam. O dono da residência também entrou para retirar uma filha que dormia no quarto. Hora em que viu, junto com os PMs, que um dos foragidos fazia de conta que estava dormindo, enrolado em um lençol, e o outro estava embaixo da cama.

Em seguida, contou a testemunha que rapidamente deixou a casa, foram ouvidos disparos e os policiais saíram com os dois homens mortos. Como nada foi dito para o homem do sítio, ele acabou lavando o quarto que ficou tomado por sangue. E, no mesmo dia, se mudou com a família para outra localidade.

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