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FORTALEZA - O governador do Ceará Camilo Santana (PT) se manifestou em redes sociais neste sábado, 5, sobre a onda de ataques que o Estado enfrenta desde a última quarta-feira, 2. Ele ressaltou que todas as forças de segurança cearenses estão em regime permanente para coibir os ataques. “O esquema reforçado de segurança continuará, e com mais força ainda, por todo o tempo que for necessário”, disse.

O governador ressaltou a importância do trabalho dos cerca de 29 mil profissionais que integram as forças de segurança do Estado no combate ao crime, seja fora ou dentro das unidades prisionais. “Esse tem sido justamente o motivo desses atos criminosos: fazer com que o Estado recue dessas medidas fortes, o que não há nenhuma possibilidade de acontecer”. E continuou: “Endureceremos cada vez mais contra o crime”.

Até o momento, 86 pessoas foram presas por envolvimento nas ações criminosas, que se espalharam em mais de 20 municípios cearenses — 36 pessoas foram detidas somente na madrugada deste sábado.

Agentes da Força Nacional de Segurança chegaram ao Estado nesta sexta-feira, 4, após autorização do ministro da Justiça, Sergio Moro. No total, 300 homens vão atuar nas ruas por 30 dias.

Também nas redes sociais, o secretário da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará, André Costa, publicou foto ao lado do secretário da Administração Penitenciária, Luís Mauro Albuquerque. A pasta foi criada após o governador Camilo Santana assumir o segundo mandato. “O acocho não vai parar! Quem manda é o Estado”, escreveu Costa.

Em áudio que circula em redes sociais neste sábado, Albuquerque defende que todas as penitenciárias do Estado passem por uma “limpeza” para evitar que presos tenham acesso a informações atualizadas sobre o combate da polícia às ações criminosas. Na gravação, o novo secretário de Camilo diz não se sentir amedrontado pela série de ataques. Aos gestores dos presídios, ele pede para que seja feito um “pente fino” em todas as celas. Qualquer meio de comunicação que possa facilitar a entrada de informações deve ser retirado. “Faremos uma higienização e combateremos a cada um deles”.

Turismo. Parte do turismo sentiu os efeitos dos ataques. De acordo com Solange Ribeiro, gerente de uma barraca na Praia do Futuro, um dos principais cartões postais de Fortaleza, houve redução de até 40% no movimento. “Estamos em alta estação, não era para ser assim. Muita gente preferiu ficar nos hotéis”, disse.

Localizada no Litoral Oeste, Jericoacoara também foi palco de ataques ontem. Apesar disso, o movimento na praia foi normal. “Como os ataques são isolados, o movimento não mudou”, afirmou Fernanda Silva, membro da Cooperativa de Bugueiros.

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