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A morte de Ronierbson Gomes e Silva, que trabalhava como o mascote do Ferroviário, o Tutuba, teria sido motivada por agressão policial, e não por um acidente de carro. As informações são de moradores dos arredores de onde Ronierbson bateu o carro, no bairro Cristo Redentor.

O acidente aconteceu na segunda-feira (5), quando o a vítima voltava da comemoração do título da Taça Fares Lopes, conquistada pelo time. Ronierbson colidiu com um poste.

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Segundo moradores que optaram por não se identificar, Ronierbson saiu do veículo andando, caminhou cerca de 150 metros e parou em uma pizzaria, onde teria pedido ajuda. Logo uma viatura da Polícia Militar chegou, mas Ronierbson, que estava alcoolizado, negou a ajuda dos PMs.

Os oficiais, então, segundo as testemunhas, começaram a agredir Robierson com pontapés. "Quando chegou na pizzaria, arrastaram ele para fora e começou a agressão. Eu e outros populares pedimos pra não bater no rapaz. Mas, eles não deram a mínima", conta uma mulher que presenciou a violência.

Após alguns minutos de agressão, os agentes o colocaram dentro da viatura. Tutuba foi levado para o Instituto Doutor José Frota (IJF), onde chegou sangrando bastante e com fortes dores abdominais.

Um fato inusitado é que o veículo onde Ronierbson estava na hora do acidente não teve nenhuma marca de sangue, como mostra o vídeo. A Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário (CGD) instaurou procedimento disciplinar referente à denúncia citada.

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