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Há um denso mistério cercando o chamado caso Aracoiaba, processo em que o prefeito Antônio Claudio (PSDB ) e a ex-vice prefeita Maria Valmira da Silva Oliveira, dona Bil, ( MDB ) são acusados de prática de abuso de poder polírtico e poder econômico, nas eleições de 2016. O processo já foi julgado pelo tribunal regional eleitoral-TRE-do estado do Ceará e ambos os réus foram condenados. Em recurso interposto pelos acusados junto ao TSE-Tribunal Superior Eleitoral- os apenados alegaram uma série de irregularidades observadas no curso do processo e o TSE anulou a decisão do TRE-Ce., determinando a feitura de novo processo e o seu consequente novo julgamento. O processo retorna ao TRE-Ce. Muda-se o relator, no caso o desembargador Haroldo Correia Máximo, que não manda o caso a julgamento alegando falta dos originais do processo.O TSE só mandou cópias, inclusive dos depoimentos de testemunhas. Parece brincadeira, mas não é. Puseram uma pedra em cima do processo do chamado caso Aracoiaba, e este não sai do lugar.Não sobe, nem desce, igual a um elevador inguiçado. Que força estranha e poderosa é esta que estanca o andamentro do caso Aracoiaba? Agora mesmo vamos ter eleições diretas para a escolha de novos prefeitos e vices em Tianguá e Santana do Cariri, exatamente por irregularidades iguais as que foram verificadas em Aracoiaba. Mas a lei que vale para estes outros municípios não voga para Aracoiaba, onde tudo acontece e, sequer o ministério público se manifesta, se fingindo de morto. O fato é que se o caso Aracoiaba não for julgado até, no máximo, julho deste ano, não teremos eleições diretas, caso os implicados sejam condenados. Teremos eleições indiretas, ou seja, a câmara municipal, composta por 11 vereadores, vai escolher entre todos os candidatos ( se aparecerem )  os novos dirigentes para o nosso querido município de Aracoiaba. Perguntinha ingênua: quem é que manda na justiça eleitoral do Ceará? Levante o dedo quem souber e me responda!  

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