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Mais quatro suspeitos foram presos pela morte da estudante Cecília Raquel Gonçalves Moura, de 23 anos. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), a prisão ocorreu na madrugada deste sábado, 14, menos de 48 horas depois do crime.

As buscas foram feitas por policiais civis da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e do 13º Distrito Policial, que investigam o caso. Equipes da Unidade Tático Operacional (UTO) e da Divisão de Combate ao Tráfico de Drogas (DCTD) deram apoio às ações policiais.

A SSPDS não divulgou a identidade dos novos presos.

Ainda na última quinta-feira, 12, dia do crime, Antônio Honorato Pinheiro Macedo Filho, de 18 anos, e Leonardo Lima do Nascimento, de 21 anos, com passagem pela Polícia por tráfico de drogas, foram presos. Conforme a Polícia, o carro usado no crime também foi usado em pelo menos quatro assaltos. O veículo foi apreendido pelos agentes de segurança.

De acordo com o delegado Leonardo Barreto, da DHPP, a polícia trabalha preliminarmente com a hipótese de latrocínio, confessada pelos suspeitos. Sobre a versão de que a estudante foi morta em retaliação a um familiar seu, o delegado diz que a possibilidade é remota, mas que todas as linhas serão investigadas.

O suspeito Leonardo Lima diz que escolheu o veículo de Cecília por perceber que ela estaria sozinha e que seria um alvo mais fácil. "Isso nós entendemos como o triângulo do crime: agente motivado, vítima vulnerável e ambiente favorável", diz o delegado.

O crime

Cecília Raquel Moura foi baleada durante assalto na manhã dessa quinta-feira. O crime ocorreu no bairro Parque Manibura, quando a estudante de Direito, de 23 anos, estava a caminho do trabalho. Ela foi abordada por três homens ainda dentro carro, na rua Vereador Pedro Paulo. Ela foi alvejada na nuca ao tentar fugir. Após o tiro, perdeu o controle da direção e colidiu o automóvel em um muro.

A jovem chegou a ser encaminhada ao Instituto José frota (IJF), mas não resistiu aos ferimentos e faleceu. Cecília cursava Direito na Universidade de Fortaleza (Unifor) e estagiava no núcleo criminal do Ministério Público Federal (MPF) e do Ministério Público do Ceará (MP-CE).

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