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A instalação de um Centro Integrado de Inteligência e Controle para o Combate ao Crime Organizado em Fortaleza foi confirmada nesta quarta-feira (7) pelas autoridades do governo federal, em Brasília. Foi um esforço pessoal do senador cearense Eunício Oliveira (MDB) junto ao presidente Temer. Neste momento em que o Ceará passa por crise aguda de violência e insegurança, a chegada deste importante órgão deve ser aplaudida por todos nós cearenses. Eunício não mediu esforços na Presidência do Senado para buscar a solução diante da inoperância do estado em conter o avanço da criminalidade. E os números só confirmam essa verdadeira guerra travada nas ruas de Fortaleza, da sua região metropolitana e do interior. Em menos de três meses, já são mais de mil assassinatos.

O Homicidômetro disparou neste começo do mês de março, com uma escalada de crimes de morte em todos os recantos do estado, até mesmo naquelas cidadezinhas de pequeno porte no interior, onde antes a paz reinava. São crimes que desafiam a capacidade da Polícia de estancá-los. Se na Capital a presença maciça de novos policiais militares (soldados) nas ruas não inibiu os criminosos, imagine no interior, onde os efetivos das unidades de segurança são diminutos. Sabendo disso, a bandidagem faz a festa. No intervalo de apenas três dias (ou 72 horas), duas dessas pequenas cidades foram atacadas por quadrilhas armadas: Santana do Cariri e Santa Quitéria. Em ambas, agências bancárias foram explodidas, cidadãos tomados como reféns e os destacamentos da Polícia Militar alvejados com tiros de fuzil. A população ficou em pânico e também no prejuízo, já que as agências passarão muito tempo sem funcionar.

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