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Uma professora foi presa na madrugada deste sábado (20), em Sobral, na Região Norte do Ceará, e 222 quilômetros de Fortaleza, por injúria racial contra um eleitor do candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro.

Segundo a ocorrência registrada na delegacia regional, a acusada teria se irritado com a manifestação política da vítima, durante uma seresta em um bar no Centro. De acordo ainda com a ocorrência policial, a mulher teria discutido com o homem e o teria chamado de “preto e pobre”.

Após a acusada, a vítima e testemunhas serem ouvidas, a mulher foi autuada por injúria racial e detida. No fim desta manhã, a professora municipal pagou fiança de R$ 1 mil e foi liberada.

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De capitão da reserva do Exército Brasileiro a “soldadinho de araque”. A redução de patente do capitão Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência da República, foi feita neste sábado (20), em Fortaleza, pelo candidato petista Fernando Haddad, ao afirmar que o capitão não teria coragem de desafiá-lo pessoalmente.

“(Bolsonaro) não está preparado para presidir a República e não vai presidi-la”, ressaltou Haddad.

“Vem falar da minha família na minha cara, vem falar dos meu bens”, reclamou Haddad, ao chamar Bolsonaro “pros paus”.

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Eu não aguento mais. Esse lugar é um inferno", diz o agente penitenciário, na saída do Complexo Penitenciário de Itaitinga, depois de mais um dia de trabalho, em meio a um motim. As prisões do Ceará foram loteadas por facções criminosas, nos últimos dois anos. O domínio foi repartido pelo tráfico de drogas, e até mesmo a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus) passou a fazer arranjos para alocar os detentos, conforme a organização com a qual simpatiza.

Um documento conseguido com exclusividade pelo Sistema Verdes Mares revela como a Sejus tem repartido os presos. Em uma apresentação com a marca do Governo do Estado, a Pasta explica como é feita a divisão das penitenciárias e Cadeias Públicas. A prova de que a gestão estadual conhece toda a problemática é o que faltava para arrematar: os detentos estão por conta do Sistema Penitenciário.

Conforme as estatísticas do Governo, 29.412 presos estão sob custódia do Estado. Destes, 25.629 estão em regime fechado. A superlotação é um problema recorrente. O excedente nas grandes unidades é de 66%, e nas cadeias públicas do Interior chega a 149%. Os números são ainda mais impactantes se vistos pelo total de vagas, são apenas 13.830 para quase 30 mil pessoas.

prisões

Predominantes

Nas grandes unidades, situadas principalmente na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) a facção carioca Comando Vermelho ocupa quatro penitenciárias; o Primeiro Comando da Capital (PCC) está concentrado apenas na Casa de Privação Provisória de Liberdade (CPPL) III; e a facção local Guardiões do Estado (GDE) está em outras quatro unidades. A Família do Norte (FDN) divide a Penitenciária Industrial Regional de Sobral (Pirs) com o CV. No Centro de Execução Penal e Integração Social Vasco Damasceno Weyne (Cepis) estão os detentos que não fazem parte - ou não se declaram - de facções, a chamada 'massa carcerária'.

No Interior do Estado, a situação é muito parecida. Metade dos equipamentos estão comprometidos O CV predomina em 26 Cadeias Públicas, a GDE em 23, e o PCC em 20. Conforme a Sejus, 61 cadeias não têm uma predominância.

Elogio

No documento conseguido pela reportagem consta também um elogio da titular da Sejus aos agentes penitenciários pela "responsabilidade profissional e dedicação" com que realizaram a transferência de 4 mil detentos entre unidades do Sistema Carcerário. As movimentações citadas por Maria do Perpétuo Socorro França Pinto aconteceram nos dias 3, 4 e 5 de janeiro de 2017 , e deram a nova configuração às penitenciárias. A partir de então o Sistema passou a ser dividido por facção. Já no Centro de Triagem o detento diz onde pode estar "mais seguro".

Exagero

Um policial civil do Ceará, que atuou nas investigações do crime organizado depois da criação da GDE, em 2012, disse que a situação foi dada como 'exagero' no início. "Parecia que falávamos idiomas diferentes. Não sei se de fato não entendiam ou se preferiam acreditar que não se transformaria em um grande problema. O que descobrimos na época demonstrava que as coisas tendiam a se agravar".

O policial diz que o fortalecimento das organizações criminosas foi muito maior, após a junção de detentos simpatizantes em uma só penitenciária. "Eles passam o dia juntos maquinando crimes. Exigiram ficar no mesmo espaço exatamente para isto. Não se pode dizer que eles controlam, porque, teoricamente, detento não manda em equipamento do Estado. Detento ditar regra na cadeia não é controle, é desmoralização".

Questionado sobre o que teria sido determinante para o loteamento nas penitenciárias, ele disse que foi necessário para evitar um massacre. "Não é que o governador tenha ido ao presídio fazer acordo, nem que um criminoso tenha ido ao gabinete dele. As regras são implícitas: nem o governo avança para cortar regalias, nem os presos aterrorizam a população".

O investigador pontua que o posicionamento do Estado mudou, com o aumento dos homicídios, em 2017. "O que eles diziam que era resultado das políticas públicas do Governo, se tornou problema da União de um ano para o outro. Agora, que as execuções caíram de novo, voltam a dizer que o Estado tem agido para a redução. Não tem nenhuma política pública em andamento que determine esses altos e baixos. As adaptações entre facções é que estão sendo as responsáveis por isso. Executaram cinco mil pessoas no Ceará, em 2017. Claro que esse número iria cair. Claro que uma hora ia se ajustar".

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Inspetores da Delegacia Regional da Polícia Civil de Aracati, prenderam na manhã desta sexta-feira (19), o estelionatário Francisco Barbosa Damasceno Júnior, 34 anos, acusado de desviar mais de R$ 1 milhão de contas dos clientes do Banco Bradesco.
O acusado é ex-funcionário do Bradesco e, na época em que exercia a função de gerente de pessoas jurídicas, fazia movimentações e transferências bancárias indevidas, falsificava documentos e assinaturas dos clientes para desviar o dinheiro em proveito próprio, os valores eram depositados em contas de parentes.
A fraude foi descoberta quando um cliente, ao consultar seu extrato, percebeu que havia transferências e saques em sua conta que não havia sido realizadas por ele. Após perceber o desfalque em sua conta bancária denunciou o fato a Polícia Civil, que instaurou inquérito policial e conseguiu chegar ao autor do crime.

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O industrial e vereador de Arcoiaba, conhecido como Louro do Sorvete,conseguiu ajudar,e muito, na reeleição do deputado federal Genecias Noronha, e de sua mulher, a deputada estadual Aderlânia Noronha. Ao primeiro, Louro do Sorvete ( PP ) cabalizou 541 votos e à segunda, o referido vereador deu 567 votos. No seu reduto eleitoral, a Bulandeira, Genecias Noronha foi o deputado federal mais votado nas últimas eleições, o que mostra a boa musculatura eleitoral do vereador Louro do Sorvete, que está em primeiro mandato e realiza um trabalho silencioso, sem muito alarde e honrando os compromissos assumidos. Aliás, Louro do sorvete acredita que com a reeleição de Genecias Noronha e Aderlânia Noronha, é possível vislumbrar um futuro melhor, principalmente para as comunidades que votaram nos deputados e vão continuar votando no citado vereador, que pretende estender suas ações por todo o município de Aracoiaba. Aguardemos! 

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