Programa Dentro e Fora da Lei - ao vivo a partir das 9:45 da manhã,

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O corpo carbonizado encontrado em Chorozinho foi identificado como sendo do gerente bancário de Ocara, Wagner Santos Moraes, 34. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (22) pela Secretaria da Segurança Pública e da Defesa Social do Estado (SSPDS). A vítima estava desaparecida desde o dia 12 deste mês. Um suspeito de envolvimento no crime foi preso temporariamente na terça-feira (21).

Na última quinta-feira (16), um corpo carbonizado foi encontrado próximo ao Canal da Integração, em Chorozinho. Próximo ao corpo, foram achados documentos com a identificação de Wagner Santos. O carro do gerente foi localizado pela Polícia no dia anterior, às margens da localidade de Choró Mucambo, em Chorozinho, a 6km do local onde estava o corpo. O veículo foi incendiado.

Conforme a Secretaria da Segurança, o reconhecimento do corpo foi feito através da análise dos ossos pelo setor de Antropologia Forense da Coordenadoria de Medicina Legal (Comel), que identificou uma placa intervertebral contendo uma numeração que corresponde aos exames de raio-X trazidos pela família de Wagner. Um exame de DNA também foi realizado e constatou tratar-se do gerente bancário.

O caso está a cargo do Departamento de Polícia do Interior Norte (DPI Norte) e das delegacias Municipal de Ocara e Regional de Baturité.

Wagner Santos estava desaparecido desde o dia 12 deste mês. Conforme a namorada da vítima, Cleiciane Souza, ele saiu de casa no domingo de manhã com alguns papéis e não voltou mais.

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O terror está de volta. Após uma breve trégua, as facções do tráfico voltaram a agir no Ceará. Na Grande Fortaleza, as quadrilhas ligadas às organizações criminosas reiniciaram a guerra por território e voltaram a expulsar moradores de suas casas. Em Caucaia, famílias tiveram que deixar seus imóveis rapidamente, sem, ao menos, terem tempo de retirar a mobília. Na Zona Leste da Capital, bandidos expulsaram moradores da Comunidade dos Cocos.

A situação em várias comunidades de Caucaia é de terror e desespero entre os moradores por conta das ameaças dos criminosos. No bairro Itambé, um idoso foi morto a tiros, na semana passada, por ter se recusado a obedecer as ordens de uma facção para se retirar de sua casa em 24 horas. O aposentado José Rodrigues Deodoro, 63 anos, foi fuzilado na porta da residência, na Rua Vila Nova, diante da família. O crime ocorreu na manhã do dia 7 passado.

O mesmo aconteceu com o operário Jânio Vinícius da Costa, que tinha 27 anos, e morava na Rua Princesa Isabel, no bairro São Miguel, também em Caucaia. Segundo a família, ele havia recebido um “ultimato” de bandidos de uma facção para deixar a casa. Jânio não acatou a ordem da facção e acabou fuzilado e morto na tarde do feriado de 1º de maio, Dia do Trabalhador. E Jânio era um trabalhador.

Já na noite da última segunda-feira (20), sete famílias do bairro Itambé foram expulsas de suas residências. Segundo relatos de alguns dos moradores, um grupo de homens armados passou na rua, batendo nas portas das casas e avisando para todos irem embora dali, caso contrário a facção iria “botar fogo” nas casas com seus moradores dentro delas.

Temendo o pior, os moradores obedeceram. Cerca de 35 pessoas, entre adultos, crianças e jovens, passaram a noite de segunda-feira e a madrugada seguinte abrigados em um posto de combustíveis no bairro Icaraí, se protegendo da chuva forte e escapando da morte.

Zona Leste também

A mesma situação vivida pelos moradores de Caucaia também é uma realidade em vários bairros da Capital. Na Comunidade dos Cocos, na Praia do Futuro, diversas casas foram abandonadas pelos seus donos. A expulsão das famílias aconteceu após uma facção que havia perdido o território da favela ter retomado o terreno para o tráfico.

A situação nas comunidades periféricas da Grande Fortaleza é, na verdade, é uma repetição do que aconteceu a partir de 2015, quando as facções criminosas Comando Vermelho (CV), Guardiões do Estado (GDE) e Primeiro Comando da Capital (PCC) se instalaram na faixa mais pobre da cidade. Bairros como São Miguel, Jangurussu, Bom Jardim, Barra do Ceará, Messejana, Mucuripe, Vicente Pinzón, Jardim Iracema, Vila Velha e tantos outros da Capital foram dominados pelas quadrilhas.

O resultado disso, foi a deflagração de uma “guerrilha” nas ruas que levou o Ceará a registrar em 2017 um recorde histórico nos índices de Crimes Violentos, Letais e Intencionais (CVLIs), isto é, homicídios, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte.

Naquele ano, nada menos que 5.332 pessoas foram assassinadas no estado. Em 2018, foram mais 4.825 execuções, o que totalizou 10.157 pessoas mortas no estado em apenas dois anos. Números de uma verdadeira guerra.

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O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) recomenda à Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) e à Delegacia Geral da Polícia Civil do Ceará que preencham o cargo de delegado na cidade de Ocara. Além disto, as duas instituições públicas devem também providenciar uma equipe de apoio para auxiliar a autoridade policial e uma viatura para ficar à disposição da Polícia Civil do município.

O documento, expedido nesta segunda-feira (20/05) pelo promotor de Justiça Antonio Forte de Souza, afirma que a cidade está submissa à autoridade policial de Barreira desde o dia 11 de março de 2019. Porém, Ocara dispõe de 25.557 habitantes e, de acordo com a Recomendação, seu tamanho exige a presença de um delegado titular próprio.

Segundo o promotor de Justiça, a atual estrutura da Delegacia de Polícia Civil de Ocara conta apenas com uma escrivã e um inspetor e a ausência da autoridade policial trouxe prejuízos, como atrasos nas finalizações dos inquéritos policiais e o aumento gradativo dos crimes.

O secretário da Segurança Pública e Defesa Social, André Costa, e o delegado geral da Polícia Civil do Ceará, Marcus Rattacaso, receberam prazo de 10 dias para informar as medidas adotadas para o atendimento da Recomendação. Caso ela não seja cumprida, o MPCE adotará medidas legais cabíveis.

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O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) recomenda à Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) e à Delegacia Geral da Polícia Civil do Ceará que preencham o cargo de delegado na cidade de Ocara. Além disto, as duas instituições públicas devem também providenciar uma equipe de apoio para auxiliar a autoridade policial e uma viatura para ficar à disposição da Polícia Civil do município.

O documento, expedido nesta segunda-feira (20/05) pelo promotor de Justiça Antonio Forte de Souza, afirma que a cidade está submissa à autoridade policial de Barreira desde o dia 11 de março de 2019. Porém, Ocara dispõe de 25.557 habitantes e, de acordo com a Recomendação, seu tamanho exige a presença de um delegado titular próprio.

Segundo o promotor de Justiça, a atual estrutura da Delegacia de Polícia Civil de Ocara conta apenas com uma escrivã e um inspetor e a ausência da autoridade policial trouxe prejuízos, como atrasos nas finalizações dos inquéritos policiais e o aumento gradativo dos crimes.

O secretário da Segurança Pública e Defesa Social, André Costa, e o delegado geral da Polícia Civil do Ceará, Marcus Rattacaso, receberam prazo de 10 dias para informar as medidas adotadas para o atendimento da Recomendação. Caso ela não seja cumprida, o MPCE adotará medidas legais cabíveis.

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A Polícia Federal cumpre, nesta segunda-feira (20), 12 mandados de prisão preventiva, nove mandados de busca e apreensão e 14 mandados de bloqueio de contas e indisponibilidade de bens dos envolvidos na Operação Las Vegas. A ação tem o objetivo de desarticular associação criminosa que agia na clonagem e uso fraudulento de cartões de terceiros em cassinos nos Estados Unidos.

Segundo a Polícia Federal, os mandados foram expedidos pela 11ª Vara Federal do Ceará e estão sendo cumpridos em Fortaleza, Caucaia, Beberibe e em São Paulo. A Caixa Econômica Federal reportou um prejuízo de mais de 18 milhões de dólares de fraudes com cartões cometidas nos EUA, entre 2014 e 2018.

A Polícia Federal afirmou para o Sistema Verdes Mares que as investigações começaram depois de provas colhidas em inquérito policial originado de denúncia apresentada pelo Escritório de Segurança Diplomática do Consulado Geral dos Estados Unidos no Recife.

Golpe em cassinos

O consulado afirmou que residentes no Ceará viajavam para Las Vegas e Atlantic City e efetuavam saques em cheques das máquinas GCA (Global Cash Access), a partir de cartões clonados, e em seguida descontavam esses cheques nas janelas dos caixas dos cassinos.

Ao longo da investigação foram identificadas outras formas de fraudes cometidas no Brasil, como compras de aparelhos eletrônicos de alto valor e compras de viagens, reservas de hotéis, passagens aéreas, com os cartões clonados e ocultação/dissimulação do lucro ilicitamente obtido por meio de transferências para contas correntes de parentes e aporte de capital em empresas.

Os investigados irão responder pelos crimes de furto qualificado pela fraude, associação criminosa e lavagem de dinheiro, de acordo com o nível de participação.

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