Tv ao Vivo

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, deixou hoje (19) para os filhos Flávio, senador eleito pelo Rio de Janeiro, e Carlos, deputado federal eleito por São Paulo, as reações às denúncias de disseminação de fake news anti-PT nas redes sociais e aplicativo. Somente no começo da tarde de hoje (19) o candidato respondeu às suspeitas com acusações.

“Apoio às ditaduras venezuelana e cubana; ex-presidente, tesoureiros, ministros, parlamentares, marqueteiros, presos e investigados por corrupção… quem precisa de fake news quando se tem esses fatos?.”‬

O candidato passou mais um dia em casa com correligionários. A novidade é que o condomínio onde Bolsonaro mora, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, amanheceu hoje com grades cercando a portaria principal. Não houve explicações. Suspeita-se que a medida foi tomada em decorrência da presença constante de jornalistas e simpatizantes no local.

O deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), cujo nome aparece como futuro ministro da Casa Civil, visitou Bolsonaro. Ao chegar, ele não concedeu entrevistas. Apoiadores e cabos eleitorais do candidato ao governo do Rio Wilsoin Witzel (PSC) também estão em frente ao condomínio.

Notícias falsas

No final da manhã, Flávio Bolsonaro movimentou as redes sociais ao informar que sua conta no WhatsApp tinha sido bloqueada. Ele postou mensagens de alerta e queixas, afirmando que havia sido banido sem explicações, inclusive afetando sua participação em “milhares de grupos”.

No começo da tarde, o senador eleito informou que o seu aplicativo havia sido desbloqueado. Não detalhou o que ocorreu. “Agora já foi desbloqueado, mas ainda sem explicação clara sobre o por quê da censura.”

Ontem (18) durante transmissão ao vivo nas redes sociais, Bolsonaro afirmou que ele e seus correlegionários não precisavam “fazer fake news para combater o Haddad” e desafiou para que apresentassem provas.

Advogados de Bolsonaro prometem notificar empresas e processar o adversário petista Fernando Haddad. Em contrapartida, o PT ingressou nesta quinta-feira (18) com pedidos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que a candidatura de Jair Bolsonaro seja investigada em razão das suspeitas de uso de sistemas de envio de mensagens em massa na plataforma WhatsApp custeados por empresas de apoiadores do candidato.

Turismo

No dia em que ativistas fizeram um protesto em Brasília com críticas às suas propostas sobre meio ambiente, o candidato optou por destacar que as nações “subdesenvolvidas crescem sua economia com a exploração turística”.

“A falta de infraestrutura, a visão geral que o Brasil tem devido à violência e o desinteresse pela especialização da língua inglesa são outros problemas”, lamentou Bolsonaro nas redes sociais.

O candidato criticou ainda os valores cobrados para o turismo no Brasil. “Você sabia que atracar um navio, como os de cruzeiro, num porto brasileiro custa cerca de 20 vezes mais que em qualquer lugar do mundo, fora o problema da violência que desencadeia todo um processo de desconfiança e esvaziamento turístico?”

Para Bolsonaro, as soluções estão ligadas à desburocratização, ao combate ao crime e às indicações técnicas sem o viés meramente político. “Não há mágicas. Precisamos principalmente de um governo sério e comprometido com quem realmente interessa.”

(Agência Brasil)

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Nas negociações para fechamento de um acordo de delação premiada, o ex-ministro Antônio Palocci sustenta que seu sucessor no ministério da fazenda, Guido Mantega,montou uma espécie de central de vendas de informações ao setor financeiro durante os governos do PT.

A sede desta central seria o prédio do ministe´rio da fazenda em São Paulo,na avenida Paulista, onde Mantega despachava às sextas feiras.

Palocci implica o sucessor em um suposto esquema de repasse de informações privilegiadas. Mantega antecipava dados a respeito de juros e edição de medidas provisórias, por exemplo, que eram do interesse dos bancos,em troca de apoio ao partido dos trabalhadores,PT. De acordo com Palocci, agentes do sistema financeiro tinha acesso, atencipada ou privilegiadamente, a dados importantes e assim poderiam se preparar e até se proteger diante de medidas que afetariam o setor.Mantega disse que vê com  estranheza as declarações de Antônio Palocci.

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O ministro Jorge Mussi, corregedor do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), aceitou denúncia do PT e abriu uma ação para investigar suposta compra de pacotes de disparos de mensagens no WhatsApp com conteúdos anti-PT, realizadas por empresário que apoiam a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL). De acordo com a Folha de S. Paulo, a ação foi aberta na noite desta sexta-feira, 19.

Empresas compram pacotes de disparos no WhatsApp contra o PT na reta final da campanha, diz jornal
Haddad critica 'silêncio absoluto' do TSE sobre compra de mensagens de WhatsApp
WhatsApp diz em nota que investiga suposto disparo de mensagens contra Haddad
Haddad cobra que WhatsApp tome providências contra onda de mensagens
"Brasil precisa mais de um professor que de um miliciano", diz Haddad em Fortaleza
Também foram solicitadas medidas cautelares, mas o ministro negou esse pedido aos advogados do PT. A defesa do partido queria que houvesse quebra de sigilo e busca e apreensão imediatos.

O relator do caso será o ministro Jorge Mussi (Foto: Roberto Jayme/TSE)

O ministro solicitou que Jair Bolsonaro fosse notificado, tendo o prazo de cinco dias para se manifestar sobre o caso.

Em pesquisa eleitoral feita pelo Datafolha e divulgada nesta quinta-feira, 18, Jair Bolsonaro aparecia com 59% dos votos válidos, contra 41% de Haddad.

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Nas negociações para fechamento de um acordo de delação premiada, o ex-ministro Antônio Palocci sustenta que seu sucessor no ministério da fazenda, Guido Mantega,montou uma espécie de central de vendas de informações ao setor financeiro durante os governos do PT.

A sede desta central seria o prédio do ministe´rio da fazenda em São Paulo,na avenida Paulista, onde Mantega despachava às sextas feiras.

Palocci implica o sucessor em um suposto esquema de repasse de informações privilegiadas. Mantega antecipava dados a respeito de juros e edição de medidas provisórias, por exemplo, que eram do interesse dos bancos,em troca de apoio ao partido dos trabalhadores,PT. De acordo com Palocci, agentes do sistema financeiro tinha acesso, atencipada ou privilegiadamente, a dados importantes e assim poderiam se preparar e até se proteger diante de medidas que afetariam o setor.Mantega disse que vê com  estranheza as declarações de Antônio Palocci.

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O terceiro dia da marcha dos vereadores em Brasília teve participação dos precidenciáveis Geraldo Alckmim, do PSDB, e Jair Bolsonaro, PSL. O ex-governador de São Paulo foi ovacionado. Na última palestra da XVI marcha dos vereadores sobre a capital da república, o presidenciável do PDT, ex-governador do Ceará e ex-ministro dos governos Itamar Franco e Luiz Inácio Lula da Silva, Ciro Ferreira Gomes, deixou a todos os participantes do seminário atônitos com a sua capacidade de abordar as grandes questões nacionais, bem como os problemas que dizem respeito aos vereadores e a sinalização para que o país saia da crise em que está mergulhado.Ao final da palestra Ciro foi delirantemente aplaudido.

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Acuada pelas críticas recebidas do Ministério da Agricultura, com o aval do presidente Michel Temer, a Polícia Federal reagiu à ofensiva contra a Operação Carne Fraca. Apesar de não ter se pronunciado oficialmente, agentes e delegados ligados ao caso destacaram que existem informações sigilosas em poder dos investigadores que justificam as ações autorizadas pelo juiz da 14ª Vara Federal de Curitiba, Marcos Josegrei Silva. Eles esperam novos capítulos da apuração a partir de informações ainda em segredo de Justiça, inclusive com o surgimento de delatores.

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O presidente Michel Temer reuniu alguns de seus ministros na noite de hoje (15) no Palácio da Alvorada. No encontro, que durou cerca de quatro horas e meia, foi discutida a criação do Ministério da Segurança Pública. O governo já ensaia, desde o ano passado, tirar o ministério do papel. Os ministros da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco, e da Defesa, Raul Jungmann, foram alguns dos presentes ao encontro. Parte da reunião também foi dedicada a discutir formas de atuação do governo federal no combate à violência no Rio de Janeiro.

A reunião também contou com a presença do ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira. A criação de um novo ministério precisa do aval da pasta do Planejamento, responsável pela avaliação do impacto orçamentário nesse tipo de caso. Também estiveram no Palácio da Alvorada os presidentes do Senado e da Câmara, respectivamente Eunício Oliveira e Rodrigo Maia.

Mais cedo, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (MDB-RR), comentou sobre a criação do novo ministério. Ele negou que a pasta venha para enfraquecer o trabalho da Polícia Federal. “Nós estamos falando de ações de repressão, investigação e informação no tocante à segurança pública. Portanto, a PF tem dois papéis, o de Polícia Judiciária e de segurança pública, para intervenção direta pró-segurança. Esses papéis são distintos e teriam áreas distintas de atuação”.

Segurança no Rio

Um assessor próximo ao presidente informou que os casos recentes de violência no Rio de Janeiro também foram discutidos esta noite. Esta parte da reunião teve a presença do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão.

No entanto, ainda não há nenhuma decisão anunciada sobre o que será feito para ajudar o estado. O ministro da Defesa, Raul Jungmann, já havia adiantado na última quarta-feira (14) que o governo discutiria a questão de como ajudar o Rio ainda esta semana. O governo Temer já havia prestado apoio ao estado desde o ano passado para suporte a ações da Polícia Militar local para combate à criminalidade, como ocorreu em ação na Rocinha.

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O presidente Michel Temer disse hoje (17) que o governo está aberto para negociar mudanças na reforma da Previdência, em tramitação no Congresso Nacional. “Nós achamos que a proposta ideal, a necessária para colocar o país nos trilhos de uma vez, é aquela que o Executivo mandou. Se houver necessidade de conversações, nós não estamos negando qualquer espécie de conversação. O que não podemos é quebrar a espinha dorsal da Previdência”, ressaltou Temer, em palestra para executivos de cerca de 100 empresas reunidos na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em São Paulo.

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